Os negros olhos que um dia encantaram a cigana, hoje mora o tédio e dissabor de uma escolha patética e cômoda, pelo simples medo imputado pelas diferentes castas, de uma tradição, de abraçar o novo e surreal envolvimento que um dia nasceu nele, quando a encarou com firmeza. Ambos, se reconheceram, um no outro, e perceberam, o quanto de sentimento puro e encaixe, existia entre eles, que, entrelaçados, se tocaram em amplo beijo explosivo de paixão, ardor e fidelidade. Foi uma noite de lua cheia, onde na carruagem simplória a qual ele dispunha,cedeu lugar, ao amor verdadeiro e marcante por toda uma eternidade, vivessem quantas vidas tivessem que viver. Ele, sorridente outrora sussurrava: "Parece que estamos em nossa tenda e casados, não parece?" Ela, concordava, e passava os dedos pela lisa pele do seu amado, com cuidado. Ele, retribuía o toque, o qual caminhava em sincronismo ao corpo dela, como se ele adivinhasse instantâneamente, o que fazer e por onde lhe dar prazer. Foi como selar uma promessa de amor, que supera todas as rochas tortuosas do caminho, e que desafiava naquele século, todo e qualquer baralho de tarô. Hoje, separados, os ciganos jamais serão iguais. Ela, ao olhar a fogueira, chora copiosamente, como se uma adaga estivesse cravada funda em seu coração, com as iniciais do nome dele em brasa. Ele, em terra pouco mais distante, na mesma noite, angustiado e emudecido por uma sensação inexplicável, levanta os olhos quase nublados e encara o prateado luar, pronunciando mentalmente, o nome dela, e cerrando os olhos, logo em seguida. Mesmo sem enxergar naquele momento, ele a vê e a sente, tal qual todos os seguintes dias que vive, sem a sua presença.
28/06/2009
27/06/2009
Depois da tempestade, a bonança...
A noite chegou, clara, meio prata, de tanta densa neblina pelo clima que se instala no mês...coincidência: coração descoberto...tristeza interior, dentro dele, homem maduro que rogou a Deus para que Ele o escoltasse no melhor caminho em rumo à sua felicidade amorosa. Havia tomado a decisão há pouco tempo. Escolhas. Como alguém que trilhava os passos como um mapa, com pontos vermelhos espetados com alfinetes. "Bússola", pensou, "precisarei de uma, quando eu for fazer a viagem dos sonhos." "Mas e agora?" Refletiu. "Com quem farei isto se o relacionamento terminou?"
Lembrava então, da última conversa, com a moça , que deixou, infelizmente, de coração partido, quando fez sua escolha para voltar para a noiva que tinha, ja há um ano.
Era uma estória interessante a deles: Ambos haviam estudado juntos há mais de vinte anos e nunca mais se encontrado, e, tido seus relacionamentos duradouros e ao mesmo tempo, suas decepções. Naquela noite de trabalho intenso para ele, recém separado de sua noiva, ele e a moça, haviam se esbarrado, quando ele, a caminho de casa, parou no posto para abastecer seu automóvel. Se encontraram, mas foi "ela", que o reconheceu primeiro. Ele sorriu e pensou: "Não pode ser aquela garotinha miúda da escola primária! Que mulherão"...risos. Tudo a seguir, decorreu muito rápido, trocaram seus cartões profissionais, ele gerente de logística, em empresa aduaneira. Ela, advogada com escritório próprio, mas que atravessada uma das piores fases financeiras. A crise internacional do momento, fez com que seus clientes ficassem inadimplentes, justamente por conta de sua especialidade: Direito Marítimo. Sorriram, iniciaram uma conversa que seguiu noite a dentro. Os dois sozinhos, sem namorados, passaram a ser ver todos os dias. Ele, como bom amigo, indicou sua amiga doutora para alguns de seus fornecedores, e clientes. Sairam juntos, se divertiram, se apoiaram um no outro. Se amaram como dois adolescentes descobrindo novidades de uma primeira noite, inesquecível. "Inesquecível", lembrou, enquanto seus olhos nublaram rapidamente. Apesas da inusitada relação que viveram, ele há dois meses, havia voltado para a noiva, e decidido marcar o casamento rapidamente. Deixou a moça, dizendo que, amava a noiva, que iria se casar, mas que tinha vivido em pouco tempo com ela, um momento raro, que não se arrependia, mas que entre eles, só poderia haver, a amizade. A moça entendeu, se entristeceu. E baixou os olhos. Prometeu não procurá-lo, e afirmou, que somente o tempo para fazê-lo entender, o que viveram. Se despediu com um beijo, e uma voz rompida pela rouca emoção de perdê-lo.
Tudo transcorreu normalmente nos próximos dias: Proclamas no cartório, contratação de empresa de eventos para a festa. Escolha de viagem junto a empresa de turismo, afinal, ele bem-sucedido, poderia "bancar" seu momento mais "inesquecível". A noiva era exigente, gostava de tudo do melhor, vinda de família mais abastada, estava acostumada com a vida social da cidade, em alto estilo.
(Nunca mais havia se esbarrado com a moça.)
Era chegado a semana do casamento, eles estavam praticamente com a mudança de suas casas, para a casa que iria os unir para sempre. Móveis chegando, presentes sendo recebidos. Foi então que decidiram abrir alguns deles, em meio ao lambrusco gelado que ele havia comprado para brindar naquela noite (pela promoção que havia recebido: se tornaria, um diretor de uma das filiais do exterior, no próximo verão).
"Tim tim" rogou ele! "Saúde", sorriu, e abraçado com ela, pegou um embrulho enorme, que parecia pesado. Abriu o embrulho. "Um vaso!" Exclamou. "E de porcelana chinesa!" E enquanto segurava o vaso e o suspendia, pôde notar, diversos envelopes de cartas, caindo de dentro dele no chão de mármore da sala. A noiva outrora sorridente, ficou, pálida, imóvel e sem pronunciar palavra alguma. Eram cartas, de seu namorado, que tivera na adolescência, antes de conhecer, seu então noivo. Ele ficou sério, e se atentou para uma das fotos, caídas no chão. Pegou a foto e notou, que era o casal, e ao fundo, a cidade de Campos do Jordão, o rapaz sorrindo abraçado à sua noiva e ela, também, sorrindo. "Seria comum" pensou, se não fosse pelo fato da foto, que poderia se confundida com uma,de época passada, não mostrasse sua noiva com o relógio Bulova, que ele, lhe havia comprado no mês das noivas, como um dos presentes de retorno ao noivado! E foi então que ele descobriu tudo: com uma conversa séria, entre acusações e lágrimas, que no feriado de "Corpus Cristhi" foi que eles viajaram, enquanto ele, estava em viagem para fechamento de um contrato. E ela, alegando ter que visitar colega de faculdade, havia, se ausentado. Ele era um homem educado e não perdeu a linha, levantou-se, deixou a sua aliança no aparador recém instalado e voltou para sua casa. Dias depois, soube, que o vaso de porcelana, havia sido entregue pela mãe do "ex-namorado" de sua noiva, como um presente de casamento, porém, sem cartão assinado...
"Está frio e estou sozinho", pensou, enquanto se recordava que, estava em um hospital, em observação, devido a crise de hipertensão sofrida, após uma desgastosa reunião de negócios na empresa. Quando atingia um nível alto de estress, sua pressão arterial subia rapidamente, e desta vez, atingiu nível fora de controle, precisou ir ao hospital. Após a alta médica, em horário da madrugada, daquela fria noite inicial de inverno, lembrou-se de que, precisava novamente, parar para abastecer o automóvel, de combustível. Escolheu um posto mais distante, apenas para respirar um pouco mais do ar frio, e preencher o tempo sozinho de volta a sua casa.
Era um daqueles grandes, vistosos, perto da praia, com loja de conveniência reformada. Abasteceu, pagou a atendente, retornou para sua casa. Adormeceu lendo um livro que ganhara da moça, "O pequeno príncipe". O sol do novo dia chegou, firme, forte. E foi com ele, que abriu os olhos e despertou. Após seu banho e café matinal, resolveu caminhar na praia, para manter a forma. E eis que se deparou com a moça, cabelos presos, roupa esportiva. Sorriram. Ele baixou os olhos. Ela notou a ausência da aliança, mas nada comentou. Se cumprimentaram, e foi então que ele, repentinamente, a tomou nos braços, e robou-lhe um beijo, ao qual, ela primeiro, relutou, depois, se entregou, mas como quem recobra a consciência depois de um afogamento, o empurrou para longe e se despediu, não antes, de olhar bem nos olhos dele e saber, que sua atitude, era simplesmente, um destes momentos, de carência afetiva, por qual todos nós, um dia, passamos. "Inesquecível", ela pronunciou. E se despediu, sem ao menos deixar um beijo em seu rosto. Ele, ao retornar a pé para casa, avistou de longe, o conversível de sua ex-noiva. E ela, encostada nele, com um ramo de cravos da índia em seus braços. "Precisamos conversar" disse ela, estendendo as flores para ele, como quem se desculpe e homenageia ao mesmo tempo.
Ele, surpreso, apenas perguntou: "Você não quer entrar?" E apontou para a entrada de sua casa.
"O tempo mudou logo cedo." Ela respondeu. "E com o sol, decidi te trazer estas flores", sorriu faceira. "Você tem razão". Disse ele, animado, enquanto olhava o céu já ensolarado, azul, firme.
"Meu avô tinha mesmo razão, depois da tempestade,vem a bonança." Entrou, e fechou com o controle remoto, o portão.
Lembrava então, da última conversa, com a moça , que deixou, infelizmente, de coração partido, quando fez sua escolha para voltar para a noiva que tinha, ja há um ano.
Era uma estória interessante a deles: Ambos haviam estudado juntos há mais de vinte anos e nunca mais se encontrado, e, tido seus relacionamentos duradouros e ao mesmo tempo, suas decepções. Naquela noite de trabalho intenso para ele, recém separado de sua noiva, ele e a moça, haviam se esbarrado, quando ele, a caminho de casa, parou no posto para abastecer seu automóvel. Se encontraram, mas foi "ela", que o reconheceu primeiro. Ele sorriu e pensou: "Não pode ser aquela garotinha miúda da escola primária! Que mulherão"...risos. Tudo a seguir, decorreu muito rápido, trocaram seus cartões profissionais, ele gerente de logística, em empresa aduaneira. Ela, advogada com escritório próprio, mas que atravessada uma das piores fases financeiras. A crise internacional do momento, fez com que seus clientes ficassem inadimplentes, justamente por conta de sua especialidade: Direito Marítimo. Sorriram, iniciaram uma conversa que seguiu noite a dentro. Os dois sozinhos, sem namorados, passaram a ser ver todos os dias. Ele, como bom amigo, indicou sua amiga doutora para alguns de seus fornecedores, e clientes. Sairam juntos, se divertiram, se apoiaram um no outro. Se amaram como dois adolescentes descobrindo novidades de uma primeira noite, inesquecível. "Inesquecível", lembrou, enquanto seus olhos nublaram rapidamente. Apesas da inusitada relação que viveram, ele há dois meses, havia voltado para a noiva, e decidido marcar o casamento rapidamente. Deixou a moça, dizendo que, amava a noiva, que iria se casar, mas que tinha vivido em pouco tempo com ela, um momento raro, que não se arrependia, mas que entre eles, só poderia haver, a amizade. A moça entendeu, se entristeceu. E baixou os olhos. Prometeu não procurá-lo, e afirmou, que somente o tempo para fazê-lo entender, o que viveram. Se despediu com um beijo, e uma voz rompida pela rouca emoção de perdê-lo.
Tudo transcorreu normalmente nos próximos dias: Proclamas no cartório, contratação de empresa de eventos para a festa. Escolha de viagem junto a empresa de turismo, afinal, ele bem-sucedido, poderia "bancar" seu momento mais "inesquecível". A noiva era exigente, gostava de tudo do melhor, vinda de família mais abastada, estava acostumada com a vida social da cidade, em alto estilo.
(Nunca mais havia se esbarrado com a moça.)
Era chegado a semana do casamento, eles estavam praticamente com a mudança de suas casas, para a casa que iria os unir para sempre. Móveis chegando, presentes sendo recebidos. Foi então que decidiram abrir alguns deles, em meio ao lambrusco gelado que ele havia comprado para brindar naquela noite (pela promoção que havia recebido: se tornaria, um diretor de uma das filiais do exterior, no próximo verão).
"Tim tim" rogou ele! "Saúde", sorriu, e abraçado com ela, pegou um embrulho enorme, que parecia pesado. Abriu o embrulho. "Um vaso!" Exclamou. "E de porcelana chinesa!" E enquanto segurava o vaso e o suspendia, pôde notar, diversos envelopes de cartas, caindo de dentro dele no chão de mármore da sala. A noiva outrora sorridente, ficou, pálida, imóvel e sem pronunciar palavra alguma. Eram cartas, de seu namorado, que tivera na adolescência, antes de conhecer, seu então noivo. Ele ficou sério, e se atentou para uma das fotos, caídas no chão. Pegou a foto e notou, que era o casal, e ao fundo, a cidade de Campos do Jordão, o rapaz sorrindo abraçado à sua noiva e ela, também, sorrindo. "Seria comum" pensou, se não fosse pelo fato da foto, que poderia se confundida com uma,de época passada, não mostrasse sua noiva com o relógio Bulova, que ele, lhe havia comprado no mês das noivas, como um dos presentes de retorno ao noivado! E foi então que ele descobriu tudo: com uma conversa séria, entre acusações e lágrimas, que no feriado de "Corpus Cristhi" foi que eles viajaram, enquanto ele, estava em viagem para fechamento de um contrato. E ela, alegando ter que visitar colega de faculdade, havia, se ausentado. Ele era um homem educado e não perdeu a linha, levantou-se, deixou a sua aliança no aparador recém instalado e voltou para sua casa. Dias depois, soube, que o vaso de porcelana, havia sido entregue pela mãe do "ex-namorado" de sua noiva, como um presente de casamento, porém, sem cartão assinado...
"Está frio e estou sozinho", pensou, enquanto se recordava que, estava em um hospital, em observação, devido a crise de hipertensão sofrida, após uma desgastosa reunião de negócios na empresa. Quando atingia um nível alto de estress, sua pressão arterial subia rapidamente, e desta vez, atingiu nível fora de controle, precisou ir ao hospital. Após a alta médica, em horário da madrugada, daquela fria noite inicial de inverno, lembrou-se de que, precisava novamente, parar para abastecer o automóvel, de combustível. Escolheu um posto mais distante, apenas para respirar um pouco mais do ar frio, e preencher o tempo sozinho de volta a sua casa.
Era um daqueles grandes, vistosos, perto da praia, com loja de conveniência reformada. Abasteceu, pagou a atendente, retornou para sua casa. Adormeceu lendo um livro que ganhara da moça, "O pequeno príncipe". O sol do novo dia chegou, firme, forte. E foi com ele, que abriu os olhos e despertou. Após seu banho e café matinal, resolveu caminhar na praia, para manter a forma. E eis que se deparou com a moça, cabelos presos, roupa esportiva. Sorriram. Ele baixou os olhos. Ela notou a ausência da aliança, mas nada comentou. Se cumprimentaram, e foi então que ele, repentinamente, a tomou nos braços, e robou-lhe um beijo, ao qual, ela primeiro, relutou, depois, se entregou, mas como quem recobra a consciência depois de um afogamento, o empurrou para longe e se despediu, não antes, de olhar bem nos olhos dele e saber, que sua atitude, era simplesmente, um destes momentos, de carência afetiva, por qual todos nós, um dia, passamos. "Inesquecível", ela pronunciou. E se despediu, sem ao menos deixar um beijo em seu rosto. Ele, ao retornar a pé para casa, avistou de longe, o conversível de sua ex-noiva. E ela, encostada nele, com um ramo de cravos da índia em seus braços. "Precisamos conversar" disse ela, estendendo as flores para ele, como quem se desculpe e homenageia ao mesmo tempo.
Ele, surpreso, apenas perguntou: "Você não quer entrar?" E apontou para a entrada de sua casa.
"O tempo mudou logo cedo." Ela respondeu. "E com o sol, decidi te trazer estas flores", sorriu faceira. "Você tem razão". Disse ele, animado, enquanto olhava o céu já ensolarado, azul, firme.
"Meu avô tinha mesmo razão, depois da tempestade,vem a bonança." Entrou, e fechou com o controle remoto, o portão.
25/06/2009
Odara.
ANJO. Náutica. Sonho sem preço. Mulher. A firmeza de uma rocha e a doçura de uma rosa. É assim que te defino, moça bonita, "palita", meiga, pura, incandescente, viva. A saudade de momentos, jamais vividos e de um futuro que ainda será nosso. Quem te conhece, se contagia, se enebria, com a sua alegria que é nítida, com sua destreza de bom humor. Tá certo: meia dona de si, meia insegura, por vezes. Nada frágil? Depende muito de que momento de sua linda vida estiver...Ai! Irmã. Menina. Que ilumina, que trabalha. Que ri, que diverte e se diverte, muitas vezes com tão pouco (risos) será? O que seria de algumas trupes sem a presença iluminada real ou virtual de ti?O que seriamos nós "família" sem você? E o que seremos, agora, daqui, em diante, contigo tão perto do coração e tão, tão distante dos olhos? Um vazio imenso. Um "tsunami" emocional é o que sinto. Tenho meus amores, minhas dores. Tenho meus irmãos, meus pais. Meus amigos (grandes amigos e amigas), mas não tenho HOJE, o privilégio de ter você no abraço, ou para me dar colo, ou te dar meu colo...tantas coisas a te comentar e cadê você? A força. A odisséia. A comédia que é viver, a dor e a delícia, como a música diz, de ser quem somos. E você, cada vez mais autêntica, mais preparada. mais madura. É, "honey", nunca mais serás a mesma, a cada dia frio que amanheces tão longe de nós. Mudança. Mudanças. Para ti e para todos. Para mim. Sem você. Preciso tanto de você! E só agora, hoje, aqui, descobri, que sinto falta de um passado que não tivemos...cômico se não fosse trágico. Sentir falta, ausência do que não se viveu?? Como pode? E pode...temos alguns defeitos em comum, temos bons vícios de leoninas tão "difíceis". Garotos. Homens...relacionamentos imperfeitos que nos corroem a alma, e o coração. Fatos. Sentimentos que nos unem, num paraíso virtual, na ilha que temos, só nossa, quando conversamos à distância: eis meu "colo" temporário. Meu novo porto seguro...(o qual pensei que tivesse e perdi.) Doeu. Mas que venham as dores, os amores, os "foras", os medrosos fujões, as novas situações triviais? O que importa é viver tudo isto, quantas vezes forem para viver, e compartilhar contigo, estar contigo, seja em fotos, em orações, em outro idioma, em conversas com a mãe que te ama ou mesmo, observando as paredes que te retratam tão bem, a perspectiva que é, ser você mesma, com as imagens de uma vida tão jovem. Ah "A FASE!" Olhar este "logo" por todos os cantos da cidade...parece uma sina inexplicável, como não sentir sua ausência? E como não desejar também que esteja ai, vivendo tudo o que pode, o que quer, o que precisa, o que ainda não sabe, o que teme ou não. Você não está só. Você sabe o caminho de volta. Você sabe até onde ir e como chegar. E eu, aprendo, diariamente contigo. Rogo bons fluídos na crença que nos mantém de pé: Você é vencedora! Sempre. Nem tatuagem marca tanto quanto simplesmente, você. Nem corte de faca sangra tanto quanto a saudade (bastante egoísta eu confesso, risos! E que drama não é?) de não ter você aqui. E porque eu sou assim, como você, tudo o que eu quero tem que ser AGORA!! Então que seja, pois sim. TE AMO.
E você: guerreira, faceira, moleca, mulher feita, lembre-se todo dia que estou sempre contigo onde você for! Odara, que espero gravar em nós quando você retornar..."TAKE CARE".
19/06/2009
"A omissão da verdade"
Meu querido avô virtual, e mentor, Antônio (Lopes de Sá), diz que: "A omissão da verdade é uma forma de mentir" e que "A deturpação do verdadeiro é um delito."
Amanheci o dia, de Sol, aqui em Santos, silenciosamente, vislumbrando o quanto existe de verdadeiro nestas assertivas, pois, nada PIOR, do que não estar ciente, da verdade dos fatos, acerca de situações e especialmente, pessoas. É como se tivessem te furtado, o direito honesto de saber como tudo corre, como tudo funciona, e de confirmar, que realmente, acasos quase não existem, que destinos, realmente se cruzam e se esvaem com a mesma força, pois suas direções dependem sempre de nossas escolhas. Eu fiz um pacto hoje: escolho a verdade, por menos que ela possa me agradar. É para a verdade que gosto de olhar, e é com ela que vou caminhar de mãos dadas. Nada melhor do que olhar nos olhos de quem se admira e respeita, com sinceridade, livre de medos, receios e outras neuras, porque só quem se arrisca, é verdadeiramente, livre afinal.
Amanheci o dia, de Sol, aqui em Santos, silenciosamente, vislumbrando o quanto existe de verdadeiro nestas assertivas, pois, nada PIOR, do que não estar ciente, da verdade dos fatos, acerca de situações e especialmente, pessoas. É como se tivessem te furtado, o direito honesto de saber como tudo corre, como tudo funciona, e de confirmar, que realmente, acasos quase não existem, que destinos, realmente se cruzam e se esvaem com a mesma força, pois suas direções dependem sempre de nossas escolhas. Eu fiz um pacto hoje: escolho a verdade, por menos que ela possa me agradar. É para a verdade que gosto de olhar, e é com ela que vou caminhar de mãos dadas. Nada melhor do que olhar nos olhos de quem se admira e respeita, com sinceridade, livre de medos, receios e outras neuras, porque só quem se arrisca, é verdadeiramente, livre afinal.
16/06/2009
Vahala

Aqui tudo mudou. E um vazio ficou.
Vahala sem você, não é o mesmo.
Eu não sou mais a mesma mulher.
Soaria falso eu cantar, para disfarçar a tristeza. Seria uma farsa, aceitar esta situação.
O silencio permanente, corrói agora o meu coração.
Meus olhos perderam o brilho, minha pele está sem viço e meu sono, eu perdi completamente, pensando em você. Não tenho vontade de ficar em silêncio mas, te prometi.
A única figura que me vem à mente é o mar.
Olhar as ondas do mar, de madrugada e me acalmar.
A espuma branca das ondas me dá a sensação de paz.
Paz que eu preciso para tranqüilizar meu ser.
Paz que eu gostaria de passar para você.
Um dia, quem sabe, a nossa amizade vai permitir que eu te mostre as espumas do mar.
Por enquanto, eu anseio só te abraçar e no teu colo ficar.
Vahala sem você não é o mesmo.
Vahala não existe sem você.
E dentro de mim, neste momento, tem enorme sofrimento.
Um vazio que perdura e transpassa o olhar, dói na alma, dói na carne e seca a boca.
Me deixa, sem rumo, distraída e só confusa.
Hoje, eu só queria ter a chance de te olhar no olho
e saber quem é você de verdade e me apresentar.
Espero que em algum momento eu consiga realizar o sonho de te olhar frente a frente.
Porque você hoje, assumiu importância surpreendente
dentro de mim e aconteça o que acontecer, isso não mudará.
Vahala sem você, não é o mesmo.
Eu não sou mais a mesma mulher.
Soaria falso eu cantar, para disfarçar a tristeza. Seria uma farsa, aceitar esta situação.
O silencio permanente, corrói agora o meu coração.
Meus olhos perderam o brilho, minha pele está sem viço e meu sono, eu perdi completamente, pensando em você. Não tenho vontade de ficar em silêncio mas, te prometi.
A única figura que me vem à mente é o mar.
Olhar as ondas do mar, de madrugada e me acalmar.
A espuma branca das ondas me dá a sensação de paz.
Paz que eu preciso para tranqüilizar meu ser.
Paz que eu gostaria de passar para você.
Um dia, quem sabe, a nossa amizade vai permitir que eu te mostre as espumas do mar.
Por enquanto, eu anseio só te abraçar e no teu colo ficar.
Vahala sem você não é o mesmo.
Vahala não existe sem você.
E dentro de mim, neste momento, tem enorme sofrimento.
Um vazio que perdura e transpassa o olhar, dói na alma, dói na carne e seca a boca.
Me deixa, sem rumo, distraída e só confusa.
Hoje, eu só queria ter a chance de te olhar no olho
e saber quem é você de verdade e me apresentar.
Espero que em algum momento eu consiga realizar o sonho de te olhar frente a frente.
Porque você hoje, assumiu importância surpreendente
dentro de mim e aconteça o que acontecer, isso não mudará.
Um dia perfeito em Santos...

Um dia perfeito em Santos, é olhar o pôr do sol de pés descalços na areia, cabelos soltos ao caminhar, sentindo a brisa quente de um dia de verão. Revigora a alma e aquece o coração. Um dia perfeito, na bela cidade que eu amo, que eu cresço como pessoa e que confio. A praia de Santos é meu refúgio, minha marca preferida de levar a vida, suas ondas trazem novas espumas, e eu já não sou mais a mesma mulher, diante deste paraíso mutante, com os pés molhados, pela água do mar e confortados pelos grãos de areia brilhantes, requintados por pedaços de conchas partidas. Um dia perfeito, e eu agora, posso voltar aos braços do meu amado e colocar um pouco do calor do Sol nos seus pensamentos. Por vezes, em outro dia perfeito em Santos, também me deixo inebriar pelas gotas da chuva fria, que caem do céu, lavando a alma e enxaguando as tristezas que carrego, para depois sentir o prazer de retornar para casa e me secar nos braços do meu amor. Santos é tatuagem que permanece e marca.Sempre.
Surpresa
Estou surpresa. Meramente feliz.
Estou sedenta, dos teus olhos, de tua boca, de tua pela aromatizada suave.
Moreno sedutor, latino. Corpo quente.
Estou de preto, de renda, um pouco transparente...
Estou manhosa, quero encostar-se a ti e levar um choque, deixar o fogo latente queimar nós dois.
Estou sorridente agora, pensando em nossas bocas, tuas mãos e coisa e tal.
Gosto de sua voz, ela me dá arrepios, desde sempre. Delírio.
Grande êxtase.
Roupa de baixo, molhada de tanto prazer.
Como você é envolvente. Quente e intenso.
Quero mais. Quero muito mais.
Quero que arranques eu de mim, e coloque você dentro. Para sentir o que estou sentindo agora e não agüente.
Saciar minha fome e te devorar com o olhar... te mastigar, lamber, sugar, até não sobrar absolutamente, NADA, de ti.
Quero te ver revirar o olhar, perder o fôlego e se cansar. Será?
Meu corpo quer você colado nele.
Quero saborear este olhar atrevido e ser uma verdadeira surpresa, assim como és para mim hoje. Afagar-te, me enlaçar, te deixar maluco, com movimentos do meu corpo...
Assinar:
Postagens (Atom)


